
Parando pra nos percebermos como grupos, enquanto pessoas que têm dedicado um tanto dos seus tempos a estarem se reunindo todas as semanas num templo, numa casa de oração, ou em grupos de compartilhamento e oração é possível percebermos que fazemos muitas coisas: cantamos, oramos, nos abraçamos, sorrimos, choramos... porém o que de fato temos feito pela obra do Senhor e o que tudo isso que fazemos tem haver com o reino de Deus? Que implicações, qual a diferença que faz em nossas vidas cumprir uma série de atividades, que reparando bem, muitas delas são cumpridas com maestria por pessoas que não conhecem à Cristo e estão fora dos templos, das casas de oração?
Muitas coisas nos movem para dentro das igrejas, por exemplo, um louvor que toca bem, um pastor que libera palavras de poder, influência de amizade ou namoro, relação afetiva com as pessoas que ali estão, família, etc. Cada um de nós conhece a sua motivação de ir ao templo repetidas vezes durante todos os anos. A pergunta é: No que fazemos, há amor?
A Bíblia, em I Coríntios 13 diz assim: “Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria. O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos; Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.”
E se trata exatamente disso! Deus não é tolo para enganar-se ou ser enganado. Não podemos fingir que amamos, não mesmo! De nada valeu, vale ou valerá a pena se em tudo aquilo que fazemos não houver amor, em tudo, tanto fora como dentro da igreja. Sobremodo o amor é maior!
Por pura misericórdia do Senhor é que hoje, se não amamos, por meio de Cristo podemos correr atrás do prejuízo e buscar o amor puro, simples e completo d’Ele.
O tempo é de revermos a nós mesmos, e percebermos que muita coisa ainda falta pra sermos corpo. Uma boa sugestão para o primeiro passo é pedir perdão ao Senhor pelo excesso de coisas que colocamos entre nós e Ele, e assim pedirmos perdão também a nossos irmãos, e nos ajuntarmos pra orar, pois a oração quebra barreiras.
_______________________________luis.m
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